

Nos últimos três anos o número de cirurgias cresceu 40% no Brasil, cerca de 8 mil pacientes devem contar com essa tecnologia em 2018, inclusive pela rede pública. Confira as informações da reportagem realizada pelo Band Notícias.
De olho no visor, o médico opera seus pacientes. Na mesa de cirurgia o robô com quatro braços mecânicos e pequenas pinças em suas extremidades recebem os comandos e fazem o trabalho minucioso. Uma câmera minúscula transmite imagens 3D em alta definição ampliadas em até 15 vezes.
O método é considerado bem menos invasivo que uma operação tradicional. Entre seus benefícios, é possível destacar o retorno mais rápido às atividades laborais, alta hospitalar mais rápida, inclusive menos dor para o paciente no pós-operatório.
O aparato digno de filmes de ficção científica já é uma realidade nos hospitais brasileiros, inclusive alguns da rede pública. Nenhum país da américa latina tem tantos robôs desse tipo como aqui. São cerca de 40 deles no Brasil que devem realizar mais de 8 mil cirurgias robóticas até o fim do ano
Um robô desses necessita o investimento de cerca de 10 milhões de reais, além dos custos fixos de manutenção e troca das pinças de mais de 400 mil reais.
Mas a cirurgia robótica traz muitas vantagens. Além de menos invasiva, é de altíssima precisão, pois o robô filtra um eventual tremor humano, e reduz os riscos de efeitos colaterais da cirurgia.
Muitos pacientes que de câncer de próstata tem medo de ficar com incontinência urinária e disfunção erétil, mas o índice de pacientes que apresentam esses problemas após a cirurgia é baixo.